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Lançamento Ninauá

Olá queridos, lembra que convidei a todos vocês pra ir ao lançamento do livro de Juarez Nogueira nesta última quinta? Pois é, muito obrigada a todos os que compareceram! O lançamento foi um sucesso!

Ninauá, pela Editora Gulliver, chega às livrarias nesta segunda-feira. Corre e garante o seu! Claro que adquiri um exemplar lá no lançamento mesmo e já comecei a lê-lo, realmente o livro é ótimo!

Quer saber mais sobre? Dá uma olhada na descrição da obra pelo próprio autor:

…Ela surgiu numa viagem que fiz pelo Acre, em 2006, em jornada pela floresta amazônica, durante um ritual na aldeia katukina.
Quanto à história, em essência, é isso:
“Ninauá ensina: o coração, como as árvores, nasce onde ama. Ninauá é um curumim. Seu nome, herdado do pai, significa ‘grande homem da floresta’. Um dia, os daku nawás – os homens enrolados – invadem a aldeia de Ninauá e capturam seus parentes.
Em fuga, o indiozinho mergulha no igarapé, de onde sai à procura de sua gente. Seguindo em uma aventura pelas matas, Ninauá conta com a ajuda dos yuxin, os encantados, para encontrar seu povo e livrá-lo do cativeiro. Em sua busca, terá de enfrentar seu inimigo, o txakabu nawá. Homem mau e ambicioso, instigado pelas histórias de um velho índio jivaro, ele persegue um tesouro: acredita que a floresta esconde as lendárias minas do Rei Salomão.
Na aldeia das guerreiras amazonas, Ninauá aprende como derrotar o inimigo. Porém, é advertido: nada será como antes. Sua saga o levará ao seu destino, sob a luz de uma estrela guia, quando então o txakabu nawá descobre a verdade sobre si mesmo, quem é Ninauá e onde está escondido o verdadeiro tesouro.
A história do pequeno Ninauá conta a viagem do herói. É uma estrutura narrativa universal, cuja essência está contida nos mitos, contos de fadas e lendas que nos revelam como alguém se lança no caminho em busca de um bem e realiza a sua obra. Na verdade, é a história por trás de todas as histórias contadas infinitamente, de geração a geração, desde tempos imemoriais, com diferentes nomes e personagens, para expressar um conhecimento profundo, que toda alma traz consigo. Essa história mais antiga do mundo, diz o escritor Hajo Banzhaf, “é, ao mesmo tempo, uma história simbólica, uma parábola para o caminho de vida do ser humano. É isso que a torna tão fascinante, e é por isso que tem de ser contada e recontada, para que nunca nos esqueçamos por que estamos aqui na Terra e o que temos de fazer aqui e agora.”

Aqui vão algumas pictures do coquetel:

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